
Sou o caos em inércia, poeira de estrela
Confusa controvérsia, rimada em canção.
Sou a prece sem pressa, oração em centelha,
Fogueira, acorde, clamor e paixão.
Sou amante das tempestades,
Sou quem sorri com os olhos e se cala com o coração...
Sou silêncio e serenidade,
Calmaria e devastação...
Sou um desenho na areia
E o vento que varre cada grão...
Sou a eternidade que vaga sem candeia
Em uma simples noite banhada em escuridão.
Mas também sou manhã, que explode em cores e vida.
Sou a semente que alça vôo sem saber seu destino,
O sorriso choroso de cada despedida,
E o sonho que desperta no adormecer de um pequenino...
Sou uma dose de dúvida venenosa
Quando desabo e reconstruo o mundo que há em mim.
Mas continuo de forma leve, graciosa...
Eu sou o meio, depois do começo e antes do fim.
Confusa controvérsia, rimada em canção.
Sou a prece sem pressa, oração em centelha,
Fogueira, acorde, clamor e paixão.
Sou amante das tempestades,
Sou quem sorri com os olhos e se cala com o coração...
Sou silêncio e serenidade,
Calmaria e devastação...
Sou um desenho na areia
E o vento que varre cada grão...
Sou a eternidade que vaga sem candeia
Em uma simples noite banhada em escuridão.
Mas também sou manhã, que explode em cores e vida.
Sou a semente que alça vôo sem saber seu destino,
O sorriso choroso de cada despedida,
E o sonho que desperta no adormecer de um pequenino...
Sou uma dose de dúvida venenosa
Quando desabo e reconstruo o mundo que há em mim.
Mas continuo de forma leve, graciosa...
Eu sou o meio, depois do começo e antes do fim.

Não tenho palavras pra dizer...muito lindo!
ResponderExcluirMe emocionei,afinal nunca alguém fez uma poesia pensando em mim...Amiga te amo muitão!!!!