
Aqui há o reencontro dos que não se perderam,
Dos olhos repletos de um vago profundo,
De natureza morta, encharcada do que receberam.
Da dor que tiveram em não se compartilhar com o mundo...
A dádiva da dor martiriza e ensina,
Os erros e tropeços mostram que não foi em vão.
Do caos à tempestade, a Lua é tua sina,
Aprende sem sofrer, liberta-te do porão.
Abra tua alma, parva menina...
Não te lamuries, execra a solidão.
Seca tuas lágrimas e faz por merecer,
És parte e essência de quem te criou.
Tão forte e latente pulsa em teu ser
Frações d’alma da Mãe que te gerou.
Ouça o silêncio profundo e sereno,
Reconhece em teu ser o dom de ainda poder sonhar
Agradeça com um simples sorriso ameno
Por ainda ter em quê acreditar.
Ainda és semente de tempestade
Adormecida, mas fecunda e imortal.
Acorda em ardor antes do fim da tarde
Esqueça as regras, a podridão e a moral.
Já é finda a era da realidade
Abdica de tudo que a ti for banal.
Dê graças ao poder que tens sobre tua própria vida
Rompa os lacres do teu coração
Sele com brasa tuas feridas.
Desamarra tua alma, faz teu próprio perdão...
Dos olhos repletos de um vago profundo,
De natureza morta, encharcada do que receberam.
Da dor que tiveram em não se compartilhar com o mundo...
A dádiva da dor martiriza e ensina,
Os erros e tropeços mostram que não foi em vão.
Do caos à tempestade, a Lua é tua sina,
Aprende sem sofrer, liberta-te do porão.
Abra tua alma, parva menina...
Não te lamuries, execra a solidão.
Seca tuas lágrimas e faz por merecer,
És parte e essência de quem te criou.
Tão forte e latente pulsa em teu ser
Frações d’alma da Mãe que te gerou.
Ouça o silêncio profundo e sereno,
Reconhece em teu ser o dom de ainda poder sonhar
Agradeça com um simples sorriso ameno
Por ainda ter em quê acreditar.
Ainda és semente de tempestade
Adormecida, mas fecunda e imortal.
Acorda em ardor antes do fim da tarde
Esqueça as regras, a podridão e a moral.
Já é finda a era da realidade
Abdica de tudo que a ti for banal.
Dê graças ao poder que tens sobre tua própria vida
Rompa os lacres do teu coração
Sele com brasa tuas feridas.
Desamarra tua alma, faz teu próprio perdão...

Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirolaa... lindo o poema... sou prima da Kamilla, e ela fez questão de me mostrar porque seu poema tem o meu nome..
ResponderExcluirAbraço... sucesso em 2009